
Numa noite de lua cheia, (...) lembro-me de ter parado, (...)e de ter falado tão baixinho comigo e à mulher que, um dia,iria amar (...).
- Não sei onde estás, mas vives algures neste planeta e, um dia, tu e eu vamos tocar neste portão onde toco agora.
A tua mão tocará nesta madeira, aqui! Depois, atravessá-la-emos e transbordaremos de futuro e de passado, e seremos um para o outro como nunca ninguém foi.
Não sei porquê, não nos poderemos conhecer Agora. Mas, um dia, as nossas perguntas serão respostas e seremos surpreendidos por algo tão brilhante...e cada passo que dou, é um passo numa ponte que teremos de atravessar para nos conhecermos...Depressa, por favor!
(Richard Bach, in The Bridge Across Forever)
